Aviação Civil e Comercial – Helicópteros – Aeroportos
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Por que expor?
Novidades do setor
Brasil: um grande mercado em franco crescimento
Por que expor?
A resposta para um mercado em rápido crescimento.
Destaques da AVIATION EXPO 2007
Apoio oficial
A Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC é apoiadora oficial da Aviation Expo Latin América, atestando assim a importância deste evento para a indústria da aviação no Brasil e na América Latina. Sua Diretoria estará presente no Congresso de Aviação Civil, paralelo ao evento, expondo as principais diretrizes da Agência para o setor.
Parceria com Entidades e Associações
Vem somar à Aviation Expo Latin America a Associação Brasileira de Pilotos de Helicópteros – ABRAPHE e a Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil – AIAB.
Seminário de Aviação Civil
Um ciclo de conferências e seminários será oferecido, paralelamente a exposição, para que expositores e visitantes possam se atualizar e se informar, além do relacionamento que esse tipo de atividade proporciona.
Campanha de divulgação
A divulgação da feira será feita através de um amplo programa publicitário nas principais publicações e websites, internacionais e nacionais, a partir de julho de 2006.
Os anúncios da Aviation Expo Latin America 2007 já circulam nos seguintes veículos:
Relações públicas e assessoria de imprensa
Uma intensa atividade de relações públicas e assessoria de imprensa vai informar os principais compradores e os mais influentes tomadores de decisão do setor, incentivando-os a participar do evento.
Assessoria de Imprensa Oficial da Aviation Expo 07:
Rua Pedroso Alvarenga 900 4°Andar
Itaim Bibi 04531-003
São Paulo, Brasil
Tel. (11) 3061-9596
Campanha de telemarketing
Uma campanha de telemarketing ativo será estabelecida para garantir que os convites para a Aviation Expo 2007 atinjam o público qualificado para o evento. Clique aqui (pdf – 150kb) e veja as companhias aéreas que serão convidadas.
Novidades do setor
Boeing aposta em projeções positivas para a América Latina
Análise recentemente preparada pela divisão de Aviação Comercial da Boeing prevê que as linhas aéreas da América Latina necessitarão 1.680 aviões nos próximos 20 anos. É a região de maior crescimento depois da China. Segundo suas projeções, o tráfego aéreo na América Latina aumentará 6,9 por cento durante esse período, o que representa um bom número frente à média de crescimento mundial de 4,9 por cento, e um segundo lugar com respeito à China, onde se estima um crescimento de 8,8 por cento.
Air Perú terá frota renovada
A partir de 1ª de abril de 2007, a companhia Air Perú começará a realizar vôos nacionais e internacionais com uma renovada frota. Em função deste objetivo, assinou um convênio com a Primaris Airlines, empresa que alugará para a aérea os sete aviões com os quais operará, além de prover o apoio técnico, manutenção das naves e capacitação dos pilotos. A empresa informou que durante o primeiro ano de operações cobrirá 17 destinos dentro e fora do país.
Aerolineas Argentinas planeja crescimento da frota
A empresa argentina anunciou que conta com um Business Plan que contempla a marca de 80 aeronaves em três anos, devido a um aumento tanto do tráfico doméstico quanto do internacional.
Colômbia ganhará nova companhia aérea
A empresa Aerolíneas Sudamericanas S.A se encontra em fase final de certificação através da Superintendência de Transporte da Colômbia para iniciar em março vôos nacionais e internacionais. Quatro aviões da fabricante Boeing estão prontos para oferecer vôos a baixos custos dentro do país e da América do Sul.
Brasil tem cinco novas companhias aéreas
A ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil entregou em 14 de dezembro de 2006 o Certificado de Homologação de Empresas de Transporte Aéreo (CHETA), comprovação de que a empresa aérea cumpriu todas as normas, requisitos, regulamentos e padrões estabelecidos pela Agência Reguladora para operar com segurança às seguintes empresas:
• Air Minas Linhas Aéreas Ltda.,
• Master Top Linhas Aéreas Ltda.,
• NHT-Linhas Aéreas Ltda.,
• SETE Linhas Aéreas Ltda., e
• VRG Linhas Aéreas S.A. (nova Varig).
Gol quer cobrir todo o Cone Sul
Em entrevista ao jornal Report Américas, o vice-presidente de Marketing e Serviços da empresa brasileira Gol assinalou que em quatro anos a linha aérea cobrirá toda a região sul da América do Sul.
Competição no setor aéreo brasileiro vai aumentar este ano
Em relatório divulgado recentemente para comentar a crise na aviação do Brasil, a americana Fitch Ratings cita a volta da Varig ao mercado e o posicionamento mais agressivo das companhias OceanAir e BRA, que, segundo a agência, têm atividades limitadas, mas relevantes planos de expansão em curso.
Ainda conforme a análise da agência, o transporte aéreo de passageiros no Brasil – que aumentou em média 18% ao ano nos últimos três anos – só vai crescer a taxas altas se houver mudanças profundas de gestão da infra-estrutura do setor e investimentos. Não haverá mais espaço, portanto, só para medidas paliativas.
Na avaliação da Fitch, porém, a crise que o setor aéreo do Brasil enfrenta desde outubro de 2006 vai motivar importantes mudanças, pois evidenciou a necessidade de mais investimentos do governo em infra-estrutura. Sobre as empresas avaliadas, TAM e Gol, a agência espera que o resultado delas no quarto trimestre seja levemente prejudicado. Tal fato, segundo a Fitch, não impedirá as duas companhias de alcançar os melhores resultados de sua história.
fontes: Aerolatinews, Business Travel , Report Américas, Jornal do Brasil
Brasil: um grande mercado em franco crescimento
33 companhias aéreas operam no país, considerando as empresas de transporte aéreo regular, não regular, internacional, doméstico nacional ou regional e cargueiras.
A frota brasileira é composta por 9.800 aeronaves, sendo:
• 4.000 de uso particular;
• 950 helicópteros e
• 700 jatos executivos.
53% foi o crescimento do mercado doméstico de passageiros de aviação comercial entre 2004 e 2006.
A Infraero administra 68 aeroportos no Brasil.
Cerca de 1.000 empresas já exploram o mercado de aviação civil, fornecendo produtos e serviços ao setor.
O contínuo crescimento da economia nacional intensificou o uso de aeronaves e, portanto, a necessidade de serviços de manutenção, reparo e revisão geral (MRO)
Fontes: ABAG, AIAB, ALTA, ANAC/DAC, Aviação em Revista, Flap Internacional.
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